sexta-feira, 27 de junho de 2014

Receitas saudáveis e nutritivas de comidinhas para gatos!

Alimentar o seu felino com ração, não só é prático como também é uma forma de dar a quantidade certa de cada alimento que o bicho precise, pois, diferente de outros animais, os gatos são predominantemente carnívoros. Porém, isso não descarta a possibilidade de preparar comidinhas para gatos em casa.

Na hora de preparar as comidinhas para gatos, entretanto, é fundamental que você saiba quais são os alimentos indispensáveis para o cardápio felino. O mais importante na refeição do gato é que seja rica em proteínas. Também deve contar com cálcio, gordura e vitamina A, a qual é encontrada no fígado. Quanto ao fígado, é importante salientar que pode ser ingerido pelo seu gato somente duas vezes por semana.


Receita de comida caseira para gatos

Uma receita de alimento para gato é muito simples e rápida. Você pode fazer enquanto prepara a sua própria refeição. Para tanto, misture alguns ingredientes e cozinhe bem. Você pode juntar meio quilo de abóbora e a mesma quantidade de carne moída e beterraba com duas xícaras de arroz integral. A carne moída pode ser substituída por atuns ou sardinhas desfiadas e sem espinhos ou frango e a cenoura pode ficar no lugar da beterraba.

O alimento para o gato preparado em casa não deve ser congelado, mas sim, ser mantido bem armazenado na geladeira e pode ser consumido em até três dias. Aipo, abobrinhas e brócolis também podem integrar as receitas. Já a aveia é aliada na hora de alimentar os filhotes.

Vantagens da comida caseira para gatos

Uma das vantagens em você mesmo preparar a comida caseira para gatos é que as rações secas podem provocar problemas de constipação no felino. O fato deles não beberem muita água e de nem sempre usarem a caixinha por estar suja pode aumentar a possibilidade dos felinos sofrerem com a dificuldade de defecar.

Além disso, cozinhar para o seu gato não deixa de ser uma forma de compartilhar com ele bons momentos, pois são companheiros fiéis que merecem esse carinho. No entanto, antes de começar a preparar as comidinhas para gatos, converse com o veterinário, que vai ajudar na hora de organizar um cardápio equilibrado.

Fonte: CachorroGato

Alimentos proibidos para gatos – O que dar para ele comer?


Eles são companheiros, ficam com aquele olhar de “eu quero” quando estamos comendo alguma coisa, mas os donos sempre devem ter em mente que há alimentos proibidos para gatos. Afinal, se o ser humano precisa tomar cuidado com aquilo que ingere, por que com os animais seria diferente?

É importante saber os alimentos proibidos para gatos porque alguns causam pequenos danos intestinais, entretanto, outros chegam a ser fatais. O chocolate é um deles, que por possuir teobromina, é extremamente tóxico em qualquer quantidade, causando arritmia e podendo ser irreversível.

Afinal, quais são os alimentos proibidos para gatos?


Um dos grandes erros é achar que o felino precisa de leite de vaca por toda a sua vida, seja para manter os ossos sadios ou os dentes rígidos. Depois que ele desmama, na própria ração já há todos os nutrientes necessários para que ele cresça forte e saudável, por isso, ele se torna dispensável e proibido. Caso o pet tome leite, terá problemas intestinais, como diarreia, cólicas e dores abdominais.

E assim como o leite, outro item que está inserido entre os alimentos proibidos para gatos são as comidas das pessoas. Muitos tem a mania de juntar o que sobrou das panelas e dar como refeição ao gato, mas os animais devem ser alimentados com ração, nunca com comida (a não ser que ela seja feita especialmente para ele, de acordo com algumas especificações), que podem causar desnutrição, distúrbios no intestino, entre muitos outros problemas. Por isso, sempre escolha o produto certo e de boa procedência para manter a saúde do seu bichano em dia.

Outro cuidado que o dono deve ter quando estiver cozinhando é o de não deixar cair no chão algum pedacinho de alho ou cebola, pois caso o gato o coma, ele poderá ter intoxicação alimentar, que sem o conhecimento da pessoa, aumenta o risco de sérios danos e até a perda do bichinho.

E doce, pode?

Fique atento também com as crianças, que não tendo o discernimento quanto aos alimentos proibidos para gatos e, sem saber os males que causarão, inocentemente podem trazer grandes sequelas a eles. Felinos não podem comer doces, a não ser os que são fabricados especialmente para eles.

Balas, pirulitos, sorvetes e tudo que já foi falado (muitos destes envolvem leite e chocolate) não podem ser ingeridos, mas as balas e pirulitos, por exemplo, possuem xilitol, uma substância tóxica e perigosa. Além disso, produtos açucarados causam problemas dentários, hepáticos e se forem consumidos em grandes quantidades, acumulam muita gordura no fígado, o que não é nada bom para o gatinho.

Agora que você já sabe quais são os alimentos proibidos para gatos, que tal evitá-los e deixar o seu peludo super saudável? Lembre-se sempre de consultar o médico veterinário antes de alimentar o seu bichano com algo novo!

Fonte: CachorroGato

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Cuidados com cães e gatos idosos!


As doenças de pele mais comuns em Cães e Gatos!


- Dermatite: podem ser desde alergias alimentares à picadas de pulgas. A dermatite seca provoca a queda do pelo, já a úmida aparece em um segundo estágio, na carne exposta. Sintomas do cão com dermatite: se coça muito, olhos com secreção, perda de pelo.

- Sarna: existe a sarna sarcóptica, que é transmissível ao homem e pede tratamento emergencial. Aparece na pele em forma de prurido, com borbulhas e perda de pelo. Existe também a sarna demodécica, que é transmitida de mãe para filhote, na amamentação. Esta aparece inicialmente no focinho do filhote, espalhando para o restante do corpo. Não é transmissível ao ser humano, porém, não tem cura. Mas pode ser controlada.

As doenças de pele mais comuns nos gatos:

- Micoses: quando há queda excessiva do pelo do gato, coceiras e irritações podem ser indicadores que ele esteja com micose, que é transmissível ao homem. O gato pode ter micose no contato com terra, toalhas e tapetes e outros animais doentes. Lave os objetos do gato com água sanitária e enxágue com água quente. É comum em gatos com menos de 1 ano de idade, por ainda terem baixa imunidade.

- Sarna sarcóptica, causada por parasitas que penetram na pele do felino e causam coceira intensa. Além da sarna dermodécica, idem à sarna do cão.

- Piodermites: infecções bacterianas que geralmente surgem junto com micose ou sarna, sendo de difícil identificação.

- Acne felina: lesões semelhantes a crostas escuras, decorrentes de falta de limpeza adequada, alergia alimentar ou alergia ao plástico dos potes de ração e bebedouros.

Fonte: CãeseGatos

Adonai Pet center, deseja a todos os seus cliente e amigos um lindo dia!!


sexta-feira, 13 de junho de 2014

Mistura genética cria gato com aparência de lobisomem e comportamento de cão!

Denominada “Lykoi”, nova raça aguarda reconhecimento de associação internacional para ganhar mercado.



O telefone de Johnny Gobble não para de tocar. Isso porque o norte-americano, cientista e criador de gatos, é o responsável pelo desenvolvimento de uma nova raça de felinos domésticos: a Lykoi.

Misturando genes de raças distintas, Gobble criou um gato com aparência de lobisomem e comportamento dócil de cão. O cientista, no entanto, faz questão de deixar claro que não houve intervenção humana na criação da raça. “Estou simplesmente usando a genética dos processos naturais”, disse Gobble sobre sua experiência, que está recebendo críticas de defensores dos animais. Para esclarecer qualquer dúvida que possa surgir a respeito dos novos gatos, o americano elaborou um site oficial como fonte de consulta.

De acordo com Gobble, quando os primeiros gatos da raça Lykoi nasceram, especialistas da Universidade do Tennessee os examinaram para verificar a presença de doenças ou anomalias genéticas. Após a confirmação de que os animais eram completamente saudáveis, outros criadores foram convidados a investir na reprodução da raça.

Atualmente, 14 gatos do tipo Lykoi vivem nos Estados Unidos. Gobble aguarda uma resposta de reconhecimento da nova raça pela “The Cat Association International” para começar a vender os animais. O criador já sabe que, se autorizada, a novidade fará grande sucesso entre os apaixonados por gatos. Ele recebe cerca de dez ligações por dia de interessados em adquirir um Lykoi.

Fonte: Cães&Gatos

Passaportes para cães e gatos já podem ser requisitados!

O novo documento deve substituir o Certificado Veterinário Internacional Viajar com o animal de estimação está mais fácil. Entrou em vigor a Instrução Normativa MAPA nº 54/2013 que institui o uso de Passaporte para o Trânsito de Cães e Gatos em viagens internacionais. Este deverá substituir o Certificado Veterinário Internacional (CVI), utilizado atualmente.


A vantagem é que o documento tem validade vitalícia e reúne todas as informações zoosanitárias necessárias à entrada e à saída dos pets nos países do Mercosul (Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela). A atualização é feita pelo próprio veterinário e a validação do passaporte é garantida junto às Unidades do Sistema de Vigilância Agropecuária (Vigiagro) em aeroportos e postos de fronteira.

De posse do passaporte, o dono pode voltar ao Brasil, no período de 60 dias, sem precisar de novas atualizações ou legalizações. O uso do documento também garante maior agilidade nos embarques e desembarques dos passageiros, evitando transtornos em conexões e reduzindo consideravelmente o tempo de liberação, que hoje é de 40 minutos.

Para obtê-lo, além de apresentar um atestado de saúde e a carteira de vacinação, dever ser implantado no corpo do cão ou gato um dispositivo de identificação eletrônica (microchip), método que já é utilizado e exigido pelos países da União Europeia. O microchip funciona como uma carteira de identidade, cujos dados são acessados por meio de uma máquina de leitura digital, devendo o código, a data de aplicação e a localização do microchip serem informados também no passaporte do pet.

Não são todos os países que aceitam o passaporte. Nesse caso, poderá ser necessária a emissão do Certificado Veterinário Internacional pelas Unidades do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA, Brasília/DF). O dono do cão ou gato também pode optar pelo certificado convencional caso não queria aderir ao passaporte, porém o proc
esso é mais demorado.

Aqueles que tiverem interesse em solicitar o passaporte devem procurar as Superintendências de sua região para saber se já há disponibilidade de todas as etapas do processo.

Fonte: Cães&Gatos

Seu mascote com a Cara do Brasil!