terça-feira, 4 de novembro de 2014

CUIDADO COM O CALOR, POIS PODE SER PERIGOSO

 PARA CÃES E GATOS.


“A hipertermia é o problema mais comum — e o mais grave — para cães e gatos no verão”, diz o veterinário Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, em São Paulo. Como eles não transpiram, a respiração é a única forma de controle da temperatura do corpo. No verão, porém, o ar quente e úmido prejudica esse mecanismo. Resultado: o animal ofega na tentativa de intensificar a troca de calor. “O risco é ainda maior para animais obesos, para cachorros com pelagem densa, como bernese e husky siberiano, e para as raças braquicefálicas — aquelas de focinho curto —, como os cães boxer, buldogue e pug e os gatos persas, que já respiram com dificuldade em condições normais”, explica Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo. Veja, a seguir, os cuidados para prevenir a hipertermia no animalzinho.

EM CASA
Nada de deixar o animal no quintal constantemente ensolarado ou fechado no apartamento abafado. Sombra (em ambientes arejados) e água fresca são questão de sobrevivência para cães e gatos. Troque a água do bebedouro várias vezes ao dia e certifique-se de que o pote não fique exposto ao sol em nenhum momento — afinal, quem gosta de água morna? Vale até acrescentar umas pedrinhas de gelo ao bebedouro. Para os gatos, que preferem água corrente, um bebedouro eletrônico pode estimulá-los a ingerir mais líquido ao longo do dia.Dica dos especialistas: borrifar água no dorso e nas patinhas ajuda a resfriar o animal. Se ele ficar ofegante, enrole-o em uma toalha molhada com água fria e deixe-o por um tempinho em frente ao arcondicionado ou ventilador

NO CARRO
Cachorros são loucos por passeios de carro, certo? O problema é que essa excitação também atrapalha o processo de resfriamento do corpo. Portanto, nos dias muito quentes, o ar-condicionado deve permanecer ligado durante todo o trajeto — e, de preferência, evite viagens longas durante o dia. Outra recomendação dos veterinários: nunca, em hipótese alguma, deixe o bicho preso no carro, nem com uma fresta do vidro aberta e sob uma árvore. Mesmo na sombra, a temperatura no interior do veículo sobe rapidamente, e o animal pode desmaiar ou até morrer em meia hora.


PASSEIOS
Cães são leais e nunca recusam um convite do dono para passear, mas se vivessem sozinhos na natureza jamais sairiam da toca sob o sol escaldante. Não é necessário suspender as caminhadas diárias, claro, mas o ideal é reduzir o percurso e restringir os horários das saídas: antes de 10 horas e após as 18 horas. Prefira locais gramados — o asfalto quente pode queimar os coxins, aquelas almofadinhas das patas — e leve água em bebedouros portáteis. A dica das borrifadas de água fria no dorso também se aplica aos passeios. E respeite os limites do cão: interrompa o passeio do animal ofegante, que tenta fugir do sol em busca das áreas sombreadas. Por fim, cães agressivos devem usar focinheira de ferro, um modelo que não impede a abertura da boca. E atenção! Passear com cães de focinho achatado nos dias quentes, com focinheira fechada, é meio caminho andado para uma hipertermia severa.





ANTIPULGAS
Com a proliferação de parasitas no verão, os especialistas recomendam a aplicação de produtos que protegem o animal de pulgas e carrapatos a cada três semanas. “Evite dar banho dois dias antes e dois dias depois da aplicação do produto”, ensina o veterinário Mário Marcondes.

FONTE:http://veja.abril.com.br/noticia/saude/o-calor-e-perigoso-para-caes-e-gatos


terça-feira, 28 de outubro de 2014

Organize-se financeiramente para adquirir um animal de estimação

Entrevista do site Valia em dia ao Consultor Financeiro Paulo Costa

Eles são o xodó das crianças e a companhia para qualquer pessoa. Os animais de estimação mudam a rotina das famílias positivamente, trazendo mais alegria a seus donos, porém, também são uma fonte de gastos. Por isso, antes de tomar a decisão de adquiri-los, seja pela adoção ou compra, o interessado deve estar consciente de suas reais condições financeiras e das necessidades desses bichinhos, a fim de garantir o bem-estar deles. Para obter mais informações sobre o assunto, o Valia em Dia entrevistou o educador financeiro e membro da Associação Brasileira de Educação Financeira (Abefin), Paulo Costa, e a médica veterinária Dra. Juliana Solozabal. Confira.

Valia em Dia: Como se preparar financeiramente para adquirir animais de estimação?
Paulo Costa: Recomenda-se que as pessoas tenham uma caderneta para registrar seus gastos e rendimentos por um período de 30 dias, antes de assumir mais um compromisso. Isso auxilia na análise de quanto poderão arcar e quanto faltará para essa aquisição. Quem tem filhos que desejam esses bichinhos precisa envolvê- los nesse projeto e incentivá-los a reservar parte da mesada (caso recebam) para cuidar do animal. Essa medida traz responsabilidade e entusiasmo às crianças e adolescentes e é também um modo de educá-los quanto à questão financeira.

Valia em Dia: Qual é a importância de planejar esse projeto?
Paulo Costa: O planejamento das finanças deve ocorrer sempre, mas colocar um animal de estimação em casa, certamente, exige ainda mais atenção, pois as despesas aumentam. Quem quer adquirir um bichinho e está com o orçamento apertado pode começar com uma espécie menor, como uma ave. Isso é capaz de unir a família em torno do sonho de ter um cachorro no futuro, por exemplo. Esse preparo voltado a um projeto é fundamental para o bom andamento de qualquer organização financeira, pois traz um sentido para a atividade de poupar. Além disso, quem opta pela compra de um animal precisa considerar que o custo não será apenas para adquiri-lo.
Valia em Dia: Quais são os principais gastos com os animais domésticos?
Dra. Juliana Solozabal: Inicialmente, eles precisam ser castrados, vacinados (três a quatro doses da imunização em filhotes de cachorro, com intervalo de 21 a 30 dias, e duas em gatos) e vermifugados, para evitar vermes intestinais. Além disso, é necessário comprar ração para alimentá-los, levá-los regularmente ao médico veterinário, a uma pet shop para dar banho e, dependendo da raça, tosá-los a cada 15 dias. Já o controle de pulgas, carrapatos e piolhos, com a administração de remédios antiparasitários, deve ocorrer mensalmente. Seguindo os fundamentos da posse responsável, os proprietários têm que estar conscientes de que esses animais vivem por muitos anos (entre 10 e 12, no caso de cães) e requerem cuidados durante todo esse período.
Valia em Dia: Há fatores que tornam essa conta mais alta?
Dra. Juliana Solozabal: Os valores oscilam de acordo com a região e o estabelecimento. No caso de rações, por exemplo, os preços variam em função do tipo: há produtos diferentes para filhotes, adultos e idosos, e, ainda, linhas terapêuticas para animais doentes. A idade também influencia – a fase idosa requer mais cuidados médicos e traz custos mais elevados –, assim como o porte e a raça. Algumas delas demandam gasto extra de energia, o que pode gerar a necessidade de adestramento.
Valia em Dia: As despesas com os animais de estimação devem ser apontadas nas planilhas de gestão do orçamento doméstico?
Paulo Costa: Sem dúvidas. Elaborar uma lista com os artigos a serem adquiridos, antes mesmo da aquisição do animal, também ajuda. Sugiro que os donos pesquisem os preços em estabelecimentos diferentes. Essa análise de preços contribui tanto para uma economia quanto para o próprio controle, pois se evita a compra por impulso.
Valia em Dia: De que forma agir diante de uma situação de emergência?
Paulo Costa: Em termos de saúde, o mercado oferece planos para cães e gatos, que variam de R$30 a R$ 100. Os pacotes mais simples abrangem consultas veterinárias, vacinas e exames. Quem não dispuser desse serviço deve ter uma reserva financeira. Mas as emergências não se limitam a esse aspecto. Os donos que precisam viajar, por exemplo, e não têm quem supervisione os bichinhos podem deixá-los em hotéis para pets, locais que cobram, no mínimo, R$15 por dia de hospedagem. Assim, é importante estar preparado.

Fonte: http://www.valiaemdia.com.br/?p=18194

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Truques para seu gato beber mais água

Truques para seu gato beber mais água
A maioria dos gatos não bebe água suficiente. E porque eles são tão (aparentemente) independentes, acabamos achando que eles sabem sozinhos o que é melhor para sua saúde, como beber bastante água, por exemplo. Mas a falta de hidratação do organismo pode trazer sérias consequências para a saúde dos felinos, principalmente para os que alimentam-se exclusivamente de ração seca, que contém apenas 10% de umidade. Infecções urinárias, cálculos renais e outros problemas nos rins, uretra e bexiga são, infelizmente, cada vez mais comuns nos gatos, resultado de um estilo de alimentação bem longe do ideal para o que nossos bichanos são: carnívoros estritos (deveriam alimentar-se apenas de proteína animal).
Se seu gato não consume uma alimentação biologicamente adequada e faz uso de rações secas, por favor, adote o máximo possível de medidas para fazer com que ele beba mais água diariamente.
Ajudar seu gato a aumentar o consumo de água trará vários benefícios: ´
Estratégias para fazer seu gato beber mais água
– Mude para uma dieta mais rica em água
Ração em lata contém mais água e pode ser a maneira mais fácil de fazer seu gato consumir mais água. Se seu gato alimenta-se exclusivamente de ração seca (por favor, reveja isto!!!), tente adicionar água ou caldos naturais de carnes (receitinha no fim do texto). Mas esta opção não vale para quem deixa ração à vontade o dia inteiro, hábito, aliás, não recomendado. Gatos, como os cães, podem e devem comer toda a porção assim que for servida.
– Pedacinhos de gelo
Este recurso adiciona umidade à ração seca e serve como ‘petisco’. O gelo acaba pegando o sabor da ração e os bichanos costumam gostar de lambê-lo, o que os hidrata. Adicionar cubos de gelo à água também pode torná-la mais interessante para o gato, que passará a bebê-la mais.
– Sirva porções menores e mais frequentes de comida
Comer dá sede! Então porções menores e mais frequentes de comida também podem ajudar seu gato a beber mais água.
– Deixe vários potes com água fresca e limpa espalhados pela casa
Facilite a hidratação do seu gatinho fazendo com que ele encontre água fácil por todos os lados! Gatos costumam amar tomar água em copos, fica a dica.
– Onde está a água?
Mantenha os potes de água e comida sempre longe da caixa de areia.
– Sempre fresca!
Gatos gostam de comida e de água sempre frescas. Troque a água ao menos uma vez por dia, mantendo as vasilhas (preferencialmente de vidro, inox ou louça esmaltada) sempre limpas.
– Torneira, a amiga dos gatos!
Se seu gato adora beber água diretamente de água corrente, use a oportunidade para fazer com que ele beba mais. Abra a torneira para ele por um tempinho algumas vezes por dia, sempre evitando o desperdício, claro! A ideia é hidratar seu gato, não jogar água fora, né?
– Gostinho na água
Teste maneiras sutis de dar um gostinho saboroso à água e veja se seu bichano toma gosto pela novidade. Que tal tentar um pouco de caldinho de carne feito por você (receita no fim do texto) ou um pouco do caldo de sardinha ou atum enlatados em água?
– Experimente diferentes tipos de vasilhas
Teste recipientes saudáveis, que não liberem resíduos tóxicos na água.
Receita de caldo natural de carne:
Ferva a carne escolhida e os ossos por 12 a 24 horas em água filtrada com um pouquinho de vinagre de maçã ou suco de limão (2 colheres de sopa para cada 5 litros de água). Ao final do período de cozimento, passe o caldo por uma peneira. Armazene separadamente o líquido dos sólidos em potinhos com porções individuais (1 ou 2 xícaras cada porção) e congele. Remova os ossos da parte sólida e descarte-os.

Fonte: http://www.maedecachorro.com.br/2013/08/10-truques-para-seu-gato-beber-mais-gua.html

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Pesquisas indicam que cães sentem ciúmes

Pesquisas indicam que cães sentem ciúmes
O cão é o melhor amigo do homem e, assim como ele, é capaz de sentir ciúmes, sugerindo que o sentimento pode ter raízes no instinto de sobrevivência, revelaram cientistas dos Estados Unidos em um estudo publicado nesta quarta-feira (23) no periódico "PLOS One".
Cientistas testaram 36 cães e seus donos em um experimento no qual os humanos precisavam brincar com três objetos diferentes na frente de seu animal de estimação.
Um dos objetos era um cão de brinquedo que latia e balançava a cauda sempre que se pressionava botão. Os donos, então, tinham que brincar com ele como se fosse um cachorro de verdade durante um minuto.
Os pesquisadores pediram que os donos repetissem o procedimento na fase seguinte do experimento com uma lanterna em forma de abóbora do Dia das Bruxas, e fingissem brincar com ela como se fosse um cão.
Por fim, pediram que lessem em voz alta um livro "pop-up" infantil que tocava música, como se estivessem contando a história para uma criança pequena.
Segundo os estudiosos, alguns comportamentos caninos foram muito mais frequentes quando os humanos brincaram com o cachorro de mentira do que com os outros objetos. Os cães com mais frequência morderam, puxaram seus donos e empurraram o objeto, tentando se colocar entre o dono e o cachorro de mentira, do que com os outros brinquedos.
Os cães também se mostraram duas vezes mais propensos a puxar seus donos (78% dos animais fizeram isso) quando ele ou ela estava brincando com o cão de brinquedo do que quando a interação se deu com a abóbora (42%). Apenas 22% fizeram isso com o livro.
Cerca de 30% dos cães tentaram se colocar entre o dono e o cachorro de brinquedo e 25% abocanharam o cachorro de pelúcia.
Os bichos estudados eram de raças diferentes, como dachshund, lulu-da-pomerânia, Boston terrier, maltês e pug. Quase a metade dos cães estudada era de mestiços. A pesquisa foi chefiada por Christine Harris e Caroline Prouvost, da Universidade da Califórnia, em San Diego.
"Nosso estudo sugere que não só os cães têm um comportamento que poderia indicar ciúmes, mas também que eles tentaram quebrar o vínculo entre o dono e um aparente rival', explicou Harris. "Não podemos falar em nome das experiências subjetivas dos cães, é claro, mas parece que foram motivados a proteger um vínculo social importante para eles".


Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/07/pesquisa-demonstra-que-cachorros-tambem-sentem-ciumes.html

terça-feira, 7 de outubro de 2014


Não maltrate animais!

No Brasil, maltratar animais de qualquer espécie é considerado CRIME AMBIENTAL, segundo prevê o art. 32 da Lei nº 9.605, de 1998, com pena de detenção de três meses a um ano e multa.
   Além da violência física, são considerados maus tratos contra os animais: o abandono em via pública; mantê-lo permanentemente acorrentado; não abrigar do sol e da chuva; mantê-lo em local pequeno, não higiênico e/ou sem ventilação adequada; não alimentar diariamente; negar assistência ao ferido; obrigar o animal a trabalho excessivo, etc.
     Se você presenciar algum ato de violência contra algum bichinho, faça o seguinte:
     1 - chame alguém para ser testemunha do ocorrido ou registro o que aconteceu (por meio de fotos ou filmagens);
     2 - anote o maior número de dados para instrução do processo (data, local do fato, como aconteceu, quem estava envolvido, etc);
     3 - entre em contato imediatamente com a polícia para lavrar um boletim de ocorrência ou para pegar o agressor em flagrante (é interessante dizer à polícia que se trata de um crime ambiental, condenado pela art. 32 da Lei nº 9.605, para que a polícia tenha ciência de que está tratando com uma pessoa bem informada sobre os direitos dos animais);
   4 - na delegacia deve ser lavrado um Termo Circunstanciado para abertura do inquérito policial que irá processar o crime (mantenha sempre a calma ao lidar com a polícia e relate todo o ocorrido, com a maior riqueza de detalhes possível);
     5 – se você não for tratado adequadamente pela polícia, ou se eles não seguirem o dever legal deles, entre em contato com a Corregedoria de Polícia e relate o que ocorreu, citando o nome dos policiais envolvidos.
     Uma observação final é que se deve ter certeza de que há uma agressão, não basta apenas desconfiar de que alguém está judiando de um bichinho, uma vez que denunciar falso crime também tem implicações.
     Apesar da pena contra esse crime seja muito branda, é extremamente importante que os responsáveis pelos maus tratos sejam responsabilizados para que passem a ter antecedentes criminais e para servirem de exemplos aos que acham que nada acontecerá contra quem mal trata animais. Não tenham medo de denunciar e fazer valer a lei!

Fonte: http://www.caoviver.com.br/maltratar-animais-crime-ambiental/

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Doenças existentes em cães e gatos

Doenças existentes em cães e gatos

1. Alergia alimentar
O que é: uma resposta imunológica exagerada do organismo a determinada substância presente em alimentos.
O que acontece: de ferimentos na pele provocados pela unha do próprio animal enquanto se coça sem parar até quadros gastrointestinais, como diarreia e vômito, com risco até de óbito, se ele não for tratado.
Causas: aditivos, conservantes e outras substâncias químicas usadas em rações industrializadas são os vilões mais freqüentes. Para alguns bichos, porém, as proteínas da carne bovina podem disparar as mesmas reações alérgicas.
Sintomas: os sinais clínicos mais comuns do problema são: coceira, vermelhidão e descamação na pele, com lesões provocadas pelas unhas do animal.
Prevenção: em primeiro lugar, evite comprar ração de qualidade duvidosa. Elas têm corante, que, além de provocar alergia, prejudica a absorção dos nutrientes pelo organismo. Outra medida é não dar banhos em excesso, que retiram a oleosidade natural que protege a pele dos animais. Outra forma de prevenção é trocar o comedouro de plástico, o qual também pode desencadear uma bela alergia. Prefira o de alumínio, que não traz esse risco.
Tratamento: substitua a ração de sempre por fórmulas especiais. Se o animal é muito alérgico, opte por refeições caseiras, mas aí sempre bem orientadas pelo veterinário, tomando o cuidado de suprir todas as necessidades nutricionais do bicho.
2. Depressão
O que é: ainda faltam trabalhos que expliquem exatamente o que acontece no cérebro dos animais melancólicos, mas alguns apresentam um distúrbio muito parecido com a depressão dos seres humanos. Embora os gatos pareçam menos sentimentais, eles também sofrem com problemas desse tipo.
O que acontece: o bicho passa a recusar comida e brincadeiras, muda drasticamente de comportamento e fica arredio.
Causa: grandes mudanças, separações e solidão são os principais fatores por trás do quadro depressivo.
Sintomas: a angústia em cães geralmente é sinalizada pela mania de se lamberem freneticamente. Alguns, de tanto fazer isso, até ficam com feridas graves nas patas. Entre os felinos, é o dorso que acaba machucado por essa compulsão.
Prevenção: todos os veterinários são unânimes em dizer que o melhor remédio contra a depressão é levar seu amigo para passear. Além do benefício da atividade física - como a produção de neurotransmissores ligados ao bem-estar no cérebro -, as caminhadas estreitam o contato com o dono. E talvez seja sua ausência que tenha provocado o baixo-astral do seu querido bicho de estimação. Então, se ele é mesmo de sua estima, cuide bem dele nesse momento.

3. Erlichiose (doença do carrapato)
O que é: uma infecção gravíssima transmitida por carrapatos portadores de bactérias do gêneroerlichia.
Contágio: o carrapato contamina-se ao ingerir o sangue de animais doentes e transmite a bactéria ao parasitar cães saudáveis e, mais raramente, gatos.
O que acontece: entre os problemas desencadeados estão anemia, hemorragia, insuficiência renal, inflamações oculares e alterações neurológicas e de comportamento. Como a bactéria promove uma anemia grave, pode levar o animal à morte.
Prevenção: ela ocorre com a aplicação mensal de remédios para ectoparasitas, que evitam a infestação por carrapatos.
Sintomas: vários sinais indicam erliquiose. Os principais são febre, tosse, vômito, diarreia, depressão, hematomas, perda de apetite, anemia e dificuldade de respirar.
Diagnóstico: a constatação do problema se dá por meio de exames sorológicos ou de DNA.
Tratamento: é feito com remédios, de acordo com o estágio em que se descobriu a doença.

4. Insuficiência renal
O que é: alteração na capacidade de filtragem dos rins, o que acarreta a retenção de ureia e creatinina - dois compostos tóxicos - no sangue e, em compensação, e na eliminação de água, vitaminas e proteínas importantes pela urina.
Causa: a causa mais comum da insuficiência renal crônica é o envelhecimento do bicho com certa predisposição familiar. Já a insuficiência renal aguda costuma estar ligada a fatores isquêmicos, infecciosos ou tóxicos.
O que acontece: o agravamento da doença pode provocar infecções do trato urinário, úlceras na boca e no estômago e pressão alta que leva à cegueira.
Prevenção: algumas raças apresentam maior predisposição a problemas nos rins e devem ser monitoradas regularmente por meio de exames. São elas: lhasa, doberman, beagle e sharpei.
Sintomas: o animal perde o apetite, emagrece rapidamente, passa a beber muita água e faz um xixi bem clarinho a todo momento. Vômitos e diarreia também são sinais da doença. Alguns, ainda, desenvolvem anemia.
Diagnóstico: o diagnóstico se dá por meio de exames laboratoriais de sangue e urina, ultrassom e, em alguns casos, até de radiografias especiais.
Tratamento: o objetivo é restabelecer o equilíbrio orgânico com uma dieta apropriada, isto é, pouco proteica, suplementos vitamínicos e terapia com fluidos e eletrólitos. Quando parte significativa dos rins foi comprometida, a recuperação do órgão se torna inviável, restando apenas a possibilidade de controlar o quadro. A hemodiálise pode ser indicada em situações muito específicas de insuficiência renal aguda, nos casos em que a terapia convencional com fluidoterapia não surte efeito.
Cachorro obeso

5. Obesidade
O que é: acúmulo excessivo de gordura decorrente da alteração no balanço energético do animal.
Causa: dieta inadequada e sedentarismo são os maiores fatores para o aparecimento da enfermidade. Algumas raças de cães e gatos são mais propensas ao problema do que outras.
Riscos: cães e gatos gorduchos podem desenvolver diabete, problemas nas articulações, doenças cardiovasculares e até alterações neurológicas.
O que acontece: animais gorduchos são sérios candidatos a ter níveis elevados de colesterol e triglicérides. Essas substâncias estão por trás de problemas como convulsão, paralisia, danos nos olhos e alterações neurológicas. Bichos excessivamente gordos estão mais propensos a desenvolver diabete e doenças articulares.
Prevenção: compre ração de boa qualidade, de acordo com a idade e grau de atividade para o seu amigo, não ofereça comida inadequada, controle os petiscos de petshop, estimule a prática de atividades físicas com passeios (no caso dos cães) ou brincadeiras (no caso dos gatos). Respeite a quantidade de ração diária a ser ingerida marcada na embalagem.
Sintomas: para identificar um bicho obeso, basta olhar para ele. Além do corpo rechonchudo, ele pode apresentar sede excessiva (em caso de diabete), falta de fôlego na hora de passeios, e sinais de hipertensão arterial.
Prevenção: compre ração de boa qualidade, de acordo com a idade e grau de atividade para o seu amigo, não ofereça comida inadequada, controle os petiscos de petshop, estimule a prática de atividades físicas com passeios (no caso dos cães) ou brincadeiras (no caso dos gatos). Respeite a quantidade de ração diária a ser ingerida marcada na embalagem
Diagnóstico: o método de diagnóstico mais utilizado é a inspeção e palpação do animal. Ele deve ter as costelas facilmente tocáveis e, quando visto de cima, apresentar forma de ampulheta. Se as costelas do animal não são visíveis, pode indicar que ele esteja acima do seu peso. Mas o veterinário dará o veredito fi nal ao comparar o peso do seu animal como estimado para aquela raça.
Tratamento: um programa bem-sucedido de emagrecimento exige plano nutricional, exercícios físicos diários, monitoramento metabólico e hormonal e acompanhamento veterinário.

6. Otite
O que é: é a popular inflamação de ouvido.
Causas: a doença costuma ter origem infecciosa, parasitária, fúngica ou seborreica.
O que acontece: se não for bem tratada, a otite pode se agravar e provocar uma meningite e ou até infecção generalizada, dois males capazes de matar.
Prevenção: proteja as orelhas do seu bicho durante o banho, tome cuidado com a limpeza do canal auditivo externo e, no caso de cães, não deixe que passeiem com o tronco para fora do carro para que o vento não penetre no canal auditivo.
Sintomas: quando há uma otite, o que fica mais evidente é o coça-coça das orelhas e o balançar frequente da cabeça. Secreção amarelada ou enegrecida e fedida também pode indicar que a infecção está instalada e latente.
Diagnóstico: o veterinário, durante o exame clínico, faz uma otoscopia, ou seja, usa aquele aparelhinho para enxergar o canal auditivo. E, em alguns casos, pode pedir uma coleta de secreção para análise.
Tratamento: o tratamento é feito com antibiótico no caso das otites bacterianas, antifúngicos para a otite fúngica, antiparasitários para a otite parasitária e ceruminolíticos, quando se trata de uma otite ceruminosa ou seborreica.
 Fonte:http://mdemulher.abril.com.br/casa/reportagem/bichos/6-doencas-mais-comuns-caes-gatos-620829.shtml

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Curiosidades sobre os animais - Girafas




GIRAFA
Giraffa camelopardalis
A girafa é um animal que reconhecemos à distância por todas as suas características especiais, principalmente por ser grande em tudo!
O pelo da girafa é castanho-alaranjado com manchas. Sabia que essas manchas distinguem uns animais dos outros porque são sempre diferentes? A ponta das patas costuma ser branca ou muito clara.

Tem um par de corninhos pequeninos na cabeça que terminam com um penacho de pelos. Como é feito de osso, nunca cai e por estar coberto de pelos ajuda-a a defender-se do ataque de outras girafas, sem se machucarem.
A girafa é o animal mais alto do mundo, chegando a ter 6 metros. Imagina a altura de três homens e uma criança, todos em cima uns dos outros!
Por ser tão alta, ela também é muito pesada. Pesa quase 1000 quilos, mais do que um automóvel.
Consegue correr muito depressa, ouve e vê muito bem, o que dificulta o ataque dos predadores, os animais que querem caçá-la.
A girafa alimenta-se de folhas de árvores, e é por isso que tem o pescoço tão comprido: para alcançar o topo das árvores com facilidade.
Quando tem que beber água, precisa afastar as patas da frente para conseguir descer com a boca até ao nível do chão. Raramente se abaixam e são capazes de passar muitos dias sem beber água.
Vivem em manadas, isto é, em grupos. A manada tem um chefe, um macho. Mas sabia que quando vão para outros lugares é a fêmea que conduz todos?
Quando uma mãe girafa vai ter um bebê tem que esperar 450 dias, ou seja, 15 meses. É mais do que um ano! Normalmente, só tem um filhote de cada vez. O filhote já nasce com dois metros, é mais alta do que um homem, e começa logo a andar.
Antigamente pensava-se que as girafas não faziam nenhum barulho especial, mas agora sabe-se que fazem uns gemidos e bufam baixinho.
A girafa dorme de pé. Só quando se sente completamente segura é que se deita no chão para descansar. Passa o dia calmamente à sombra das árvores e à noite, quando está mais fresco, sai para se alimentar.
Quando estão apaixonadas, as girafas esfregam os seus grandes pescoços umas nas outras em sinal de carinho.
Sabia que a língua da girafa é roxa e muito comprida? E que a girafa consegue limpar as orelhas com ela?

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Diabetes em cães e gatos


Diabetes em cães e gatos




A diabetes também pode afetar a saúde dos cães e gatos. A doença ocorre devido uma deficiência no hormônio insulina que diminui a capacidade do sangue em metabolizar o açúcar (glicose), causando um estado de hiperglicemia. O Diabete Melito pode ser classificado em: Tipo 1 (insulina dependente), Tipo 2 (não insulina dependente).
No diabete tipo 1 a secreção de insulina é insuficiente ou até mesmo ausente devido à destruição das células do pâncreas que produzem o hormônio. 
 Este tipo de diabete é mais comum em cães de meia idade. O tipo II ocorre quando há quantidades suficientes de insulina sendo produzidas, mas o organismo é resistente a ela e  não a deixa  agir.É mais comum em gatos e freqüentemente animais obesos
O alimento consumido, é convertido em açúcar (glicose), que é a fonte de energia para todos  os órgãos. O papel da insulina é levar a glicose do sangue para dentro das células,Se o pâncreas não secreta mais a insulina (diabetes tipo I), ou ainda, se ele a produz normalmente, mas o organismo não responde à insulina (diabetes tipo II), a glicose não entra nas células e é ocorrendo uma série de problemas. A obesidade e drogas como glicocorticóides e progestagênios podem interferir no  efeito da insulina e contribuir para o aparecimento da diabetes (este caso setrata de outro tipo de diabetes- Tipo III).
Os principais sintomas da diabetes são: (4 P’s)
  • Poliúria (cão começar a urinar mais vezes ao dia);
  • Polidipsia (aumento da quantidade de água ingerida);
  • Polifagia (aumento na ingestão de comida);
  • Perda de peso, apesar de o cão ter um bom apetite.
Deste modo, apesar de ter excesso de glicose na circulação sanguínea, as células são privadas de energia. É quase uma ironia! 
A hiperglicemia leva à glicosúria (presença de glicose na urina), a urina fica muito concentrada fazendo com que o animal aumente a freqüência e a quantidade de urina (poliúria), fazendo com que o animal sinta mais sede e beba muita água (polidipsia). A não utilização da glicose numa região do cérebro chamada – hipotálamo não estimula o centro de saciedade no levando ao aumento da ingestão de comida, até três vezes o normal (polifagia) Apesar de comer muito, o seu amiguinho vai perder peso (pois o organismo fica sem reservas). Devido ao estado de esgotamento de reservas, o animal pode apresentar inflamações e infecções recorrentes (que vão e vem com frequência) principalmente no trato genital e urinário. Nos cães, os sintomas subsequentes são problemas visuais devido a catarata diabética (Os olhos dos cães são altamente sensíveis à glicemia elevada), enquanto que em gatos pode haver enfraquecimento dos membros traseiros (neuropatia periférica).

Os proprietários devem ficar atentos quando seu animalzinho diabético  apresentar sintomas agudos como: vômitos , seguindo-se de anorexia, depressão, respiração ofegante, odor cetônico característico. Estes sintomas são graves e indicam que o animal está metabolizando (quebrando) gordura corporal e massa muscular para sobreviver. Letargia e debilidade são também sintomas agudos, possivelmente indicadores de cetose e/ou desidratação, quadros que demandam assistência veterinária imediata.
O tratamento da Diabetes Mellitus Canina inclui:
  • Injeções de insulina× Seu veterinário irá determinar a dosagem ideal, e ele pode ajustar a dosagem baseada na experimentação. É importante prestar atenção ao horário, e dar as injecções sempre no mesmo horário, todos os dias.
  • A dieta do cão é muito importante para manter a Diabetes Mellitus canina sob controle. Recomenda-se que ela seja rica em fibras e proteínas, deste modo temos menos gorduras e carboidratos. A Dieta de um diabético deve ser muito criteriosa.
Alimente seu animalzinho diebético sempre no mesmo horário todos os dias. Seu veterinário irá determinar as quantidades e os horários de alimentação.
É importante que o animal coma junto com a injeção. O método mais seguro é para alimentar o seu animal de estimação em primeiro lugar, em seguida, dar a injecção (cerca de 20-30 minutos mais tarde). Se o seu cão não comer, você terá a oportunidade de ajustar a dose se necessário.
  • Exercícios também são importantes e o dono do cachorro deve ser consistente nesse ponto.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

OS CÃES NÃO ENXERGAM TODAS AS CORES


Os cães não enxergam todas as cores


A cada segundo, nasce um cachorrinho em algum lugar do mundo. No programa da 


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BBC, os pesquisadores escolheram uma fêmea para observar. Ela pesa menos de meio quilo e é extraordinariamente vulnerável: nasceu cega e as orelhas vão permanecer coladas durante as duas primeiras semanas de vida.



Como ainda estão em formação, as orelhas são frágeis demais para ficar expostas.
A filhotinha ainda não controla a própria temperatura, então depende totalmente do calor da mãe. Por que os filhotes nascem pequenos demais assim?
Bem, quanto menor ele é, maior a ninhada. E, contanto que fiquem sob a proteção da mãe, mais cachorrinhos vão sobreviver para ganhar tantas habilidades.
Aos poucos entendemos por que os cachorros são tão especiais. Reparem no vídeo que a filhotinha já está começando a explorar o mundo. E ela só tem duas semanas. Os olhos e os ouvidos, começam a se abrir. Ela já é capaz de usar a visão para circular por todo canto, mas será que enxerga as coisas da mesma forma que nós?
Os cachorros são daltônicos, mas isso não significa que para eles tudo é preto e branco.
A filhote enxerga, sim, algumas cores, mas principalmente o azul e o amarelo.
A explicação dos pesquisadores: os cães têm apenas dois tipos de receptores de cores, enquanto os seres humanos têm três. Mas é quando as coisas se mexem que a visão dos cachorros fica bem mais aguçada. É quase como se eles enxergassem em câmera lenta. Por isso que estão sempre no lugar certo para alcançar o brinquedo.
A audição deles também é privilegiada. Eles conseguem ouvir coisas quatro vezes mais distantes e duas vezes mais agudas que nós. Mas entre todos os sentidos, o que ele usa de forma poderosa é o faro.
O cérebro de um cachorro tem um décimo do tamanho do nosso, mas a parte que controla o faro é 40 vezes maior. Eles têm até 300 milhões de glândulas odoríferas em seu nariz, comparadas com as 5 milhões que nós temos.
Portanto, não se engane: você não consegue esconder um osso do seu cachorro só porque ele não está à vista.
A filhotinha acompanhada pela pesquisa da BBC já tem quatro semanas e está ocupada explorando a casa. Mas não da mesma maneira que nós faríamos.
Ela se orienta pelo nariz. É por isso que um cachorro saudável gosta de manter o nariz sempre molhado. Porque aumenta a quantidade de moléculas odoríferas que ele absorve no ar. E com o faro também consegue voltar ao passado distante.
Um cachorro pode sentir o cheiro de comida e outras coisas que estiveram em um lugar dias, semanas, até meses atrás. Isso tudo é natural nos cães.
No programa da BBC a filhotinha agora tem pouco mais de um ano. Ela vive no centro de treinamento de cães-guia e passa pela fase mais difícil de seu treino até hoje.
Ela criou a importante ligação com os seres humanos, mas agora tem de colocar isso em prática e fazer algo realmente impressionante.
Cuidar de uma pessoa cega e vulnerável significa saber quando parar na beira da estrada, evitar obstáculos no chão e no ar.
Ela pode cruzar este arco, mas sabe muito bem que a dona, cega, poderá bater a cabeça.
Como é que ela faz isso? Através da observação. Os cães nos observam o tempo todo, de uma forma que nenhum outro animal faz.]

Fonte:http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2014/06/pesquisadores-explicam-que-caes-nao-enxergam-todas-cores.html